Alegando prejuízos e dificuldades financeiras por conta de estarem com as suas atividades paralisadas, eles pediram a liberação para a realização de festivais de prêmios, música ao vivo em bares e lanchonetes, bailes com controle de público em clubes, dentre outros. Por sua vez, o prefeito Tatá Amaral disse que é solidário a situação que eles estão passando e que nunca foi de sua vontade prejudicar nenhum setor ou atividade do município ao emitir os decretos, porém, como gestor público, tem a obrigação de, primeiramente, zelar pela vida e saúde da população. Na oportunidade, ele apresentou os números de quando Poconé conseguiu zerar os casos de covid-19, no dia 10 de novembro de 2021, fazendo com que fosse atendido o pedido da categoria, havendo, assim, a flexibilização. Porém, infelizmente, após essa medida, houve uma explosão de casos no município que fechou o ano com aproximadamente 500 (quinhentas) pessoas infectadas pela doença (covid-19) e que, de lá para cá, a sociedade poconeana ainda chorou pela perda de mais 10 (dez) vidas tiradas pelo novo coronavírus. O gestor ainda demonstrou a sua preocupação em flexibilizar o decreto neste período que antecede o Carnaval onde diversos municípios vizinhos já o cancelaram e também proibiram a realização de qualquer tipo de festa ou evento. Segundo ele, isso poderia trazer muitas pessoas de fora para a cidade gerando risco de infecção na população local pelo covid-19 e pela nova gripe, sobrecarregando, então, o sistema de saúde com os atendimentos, realização de testes, bem como, os riscos de internações e mortes nos casos mais graves. Diante da explicação do prefeito, a comissão dos promotores de eventos, entendeu a sua condição e responsabilidade com a vida da população e, em comum acordo, decidiram aguardar a passagem do período de Carnaval para, posteriormente, diante do cenário que o município vier a apresentar, voltarem a se reunir no dia 04 de março para a manutenção ou tomada de uma nova decisão no Decreto Municipal.
Fonte: ASSIM
Autor: ASSIM